Este espaço nasce da curiosidade que tenho pela fotografia amadora. Como tal, aqui estão os meus "rabiscos fotográficos". Para que as fotos não apareçam, assim despidas, somente com a sua própria imagem, resolvi vesti-las com alguns pequenos poemas que vou rabiscando por aí.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Barquinho de Papel
Foz do Arelho
Deixa-me embarcar
no teu barquinho de papel,
navegar entre as ondas
e as marés.
Com rumo incerto,
com vela ausente,
no mar aberto.
Com rumo incerto,
com vela ausente,
no mar aberto.
Fotografia e texto: Victor Gil
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Pegadas sem Tempo
Foz do Arelho
Dizem que o tempo,
desenha caminhos,
deixa pisadas
no chão que trilhamos.
Qual será o momento,
quanto será o tempo
desenha caminhos,
deixa pisadas
no chão que trilhamos.
Qual será o momento,
quanto será o tempo
que precisamos?
Fotografia e Texto: Victor Gil
sábado, 11 de dezembro de 2010
Mar Imenso
Lisboa (Junto à Torre de Belém)
Letra a letra,
se escreve o amor.
se escreve o amor.
Passo a passo,
faço caminhos distantes.
Gota a gota,
se forma um regato,
que nas asas do sonho,
caminhando em frente,
se faz mar imenso.
Gota a gota,
se forma um regato,
que nas asas do sonho,
caminhando em frente,
se faz mar imenso.
Fotografia e texto: Victor Gil
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Outono
Cores de Outono
Choram!
Choram as folhas devagar,
cativas no vento.
Tombam dispersas
nos canteiros dos jardins,
como sémen de Outono,
deitado em terra sem tempo.
Fotografia e texto: Victor Gil
domingo, 7 de novembro de 2010
Veredas
Pedra dos encontros
Veredas,
são caminhos estreitos,
atalhos de pedra
soprados pelo vento.
São carreiros no chão,
trilhos sem tempo.
são caminhos estreitos,
atalhos de pedra
soprados pelo vento.
São carreiros no chão,
trilhos sem tempo.
Fotografia e texto: Victor Gil
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Abismos
Sitio - Nazaré
Que o poema,
seja um castelo de areia,
rompa a vastidão dos mares,
seja um castelo de areia,
rompa a vastidão dos mares,
se desfaça nos abismos,
em pedaços.
Que levado na maré cheia,
possa banhar os teus pés,
possa roçar os teus braços.
Que levado na maré cheia,
possa banhar os teus pés,
possa roçar os teus braços.
Fotografia e texto: Victor Gil
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